





Priscilla Darolt trocou os tecidos tecnológicos por técnicas artesanais e, literalmente, costurou, bordou e pintou. O resultado foi uma coleção rica em texturas, enxuta e com ótimas soluções de modelagem e criatividade.

Para o verão da Água de Coco, se inspirou na arte moderna. E foram algumas de suas vertentes que deram o tom às estampas da marca, que pareciam emprestadas de pinturas expressionistas e modernistas, dando um colorido bem interessante aos modelos.



A estilista partiu do artesanato português, juntou boas doses de brasilidade e colocou tudo na forma Maria Bonita (maxipaletós, macacões e vestidos-regata). Os macacões de linho cru do início do desfiles representam bem a causa. Assim como o terno branco de paetês foscos.

Paula Raia pegou carona no bom momento dos anos 70 na moda para reeditar best sellers do estilo Raia de Goeye, que tornou as saias e vestidos longos e as calças boca de sino uniforme das moças de fino trato. O shape-chave foram as saias longas fluidas e transparentes usadas com tops alongados – mais uma passarela a apostar nas onipresentes túnicas.
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